Na era da economia do conhecimento, em que se trata a informação como uma matéria-prima necessária às atividades económicas, a formação é cada vez mais relevante.
Num ambiente de crescente globalização dos mercados e externalização das atividades produtivas e de distribuição, associadas a um elevado grau de especialização e de crescente importância do nível de serviço ao cliente, é necessário dotar as empresas de ferramentas que permitam aumentar a competitividade das suas organizações. Como disse um dia Peter Drucker, “o desafio é conseguir que pessoas comuns tenham desempenhos incomuns”.



